O Governo do Maranhão está fortalecendo o atendimento inclusivo na rede estadual da saúde com a realização do Curso de Capacitação em Libras para Profissionais de Saúde. Nesta segunda-feira (14), profissionais do Hospital Dr. Carlos Macieira (HCM), do Centro Especializado em Reabilitação e Promoção da Saúde (CER Olho d’Água), da UPA Vinhais, do Centro de Medicina Especializada (Cemesp) e do Centro de Especialidades Médicas (CEM CO) concluíram o curso, que já está na quarta turma.

O curso é promovido pelo Governo do Maranhão, por meio de uma ação integrada da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e Escola Técnica do SUS. A formação contou com o apoio do Conselho do Centro de Ensino, Pesquisa e Extensão (COCEPE) do HCM.

O diretor administrativo do HCM, Luís Otávio Costa Campos, elogiou a realização do curso. “Estou orgulhoso do HCM ter recebido o curso e também pela participação dos colaboradores não só daqui, mas das outras unidades de saúde. A inclusão só é possível quando os profissionais se envolvem nesse processo de acolhimento”, disse.

A coordenadora do COCEPE do HCM, Rosiane Pinheiro Campos, destacou que a cada turma é maior o envolvimento com a língua. “A comunidade surda está presente em todos os setores da sociedade e o curso de libras trouxe um conhecimento a mais para esse profissional de saúde, que vai conseguir prestar um atendimento mais humanizado a esses pacientes”, avaliou.

O curso foi ministrado pelas instrutoras Luana Cardoso e Lourdes Correia. “Tenho gostado muito de ensinar libras e saber que esse curso vai ajudar os profissionais a terem uma melhor comunicação com esses usuários me deixa bem feliz”, comentou a professora.

O enfermeiro Fábio Garcês destacou que o aprendizado será utilizado na prática durante o atendimento ao cidadão. “O curso facilita a comunicação com o paciente surdo, e o profissional tendo esse conhecimento consegue passar de forma correta as orientações e os cuidados que o paciente deve ter”, declarou.

Para Dyrce Aragão Lima, que atua na Cemesp, o curso propicia um acolhimento diferenciado ao paciente. “Achei brilhante essa iniciativa, pois além de possibilitar a inclusão promove a superação de barreiras de comunicação com esses pacientes. O curso me ajudou a abrir os olhos para avaliarmos o quanto precisamos crescer para atender as pessoas surdas e me trouxe um olhar ainda maior para a inclusão social”, completou Emily Pinto.

Fonte: Governo do Maranhão

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